Validar CPF

Pode digitar com ou sem pontos e hífen.

Gerar CPF para testes

Como usar

  1. Para validar, digite o CPF no primeiro campo e clique em Validar CPF. O resultado diz se os dígitos conferem e de qual região fiscal é o número.
  2. Para gerar, escolha a quantidade (até 50) e, se quiser, o estado de emissão.
  3. Marque se prefere os números formatados e clique em Gerar CPF.
  4. Use o botão Copiar para levar os números para o seu teste. Eles são fictícios e não podem ser usados em cadastros reais.

Como funciona o número do CPF

O CPF (Cadastro de Pessoas Físicas) tem 11 dígitos, normalmente escritos no formato 000.000.000-00. Os nove primeiros formam o número base, e o nono deles indica a região fiscal onde o CPF foi emitido. Os dois últimos são os dígitos verificadores: eles são calculados a partir dos nove primeiros e servem para detectar erros de digitação.

Se alguém troca um número ou inverte dois dígitos ao preencher um formulário, a conta dos verificadores deixa de bater, e o sistema percebe o erro na hora. É isso que esta ferramenta confere.

O cálculo dos dígitos verificadores

O cálculo usa o chamado módulo 11:

  1. Multiplique os 9 primeiros dígitos pelos pesos 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3 e 2, nessa ordem, e some os resultados.
  2. Divida a soma por 11 e pegue o resto. Se o resto for 0 ou 1, o primeiro dígito verificador é 0. Caso contrário, é 11 menos o resto.
  3. Para o segundo dígito, repita a conta com os 9 dígitos mais o primeiro verificador, usando os pesos de 11 a 2.

Exemplo prático: 529.982.247-25

Primeiro dígito. Os nove primeiros números são 5, 2, 9, 9, 8, 2, 2, 4 e 7.

Dígito529982247
Peso1098765432
Produto50187263481081214

A soma é 295. Dividindo por 11, o resto é 9 (porque 11 × 26 = 286). Como 9 é maior que 1, o dígito é 11 − 9 = 2.

Segundo dígito. Agora usamos 5, 2, 9, 9, 8, 2, 2, 4, 7 e 2 com os pesos de 11 a 2: 55 + 20 + 81 + 72 + 56 + 12 + 10 + 16 + 21 + 4 = 347. O resto da divisão por 11 é 6, então o dígito é 11 − 6 = 5. Os verificadores são 25, exatamente os do número informado: o CPF é válido.

A região fiscal

O nono dígito indica onde o CPF foi emitido: 0 para RS; 1 para DF, GO, MS, MT e TO; 2 para AC, AM, AP, PA, RO e RR; 3 para CE, MA e PI; 4 para AL, PB, PE e RN; 5 para BA e SE; 6 para MG; 7 para ES e RJ; 8 para SP; e 9 para PR e SC. No exemplo, o nono dígito é 7, então o CPF foi emitido no Espírito Santo ou no Rio de Janeiro.

O que a validação garante e o que não garante

Um CPF “válido” aqui significa apenas que a matemática está correta. A ferramenta não consulta a Receita Federal e não diz se o número existe, a quem pertence ou se está regular. Números com todos os dígitos iguais, como 111.111.111-11, passam na conta, mas não são aceitos como CPF.

Para saber a situação cadastral de um CPF, use o serviço oficial da Receita Federal, que exige o número e a data de nascimento do titular.

Para que serve o gerador

Desenvolvedores e testadores precisam de CPFs com formato válido para testar cadastros, validações de formulário e integrações sem usar dados de pessoas reais. O gerador cria números aleatórios com dígitos verificadores corretos, que passam em qualquer validação de formato. Esses números são fictícios: usá-los para abrir contas, fazer compras ou se passar por outra pessoa é crime de falsidade e pode configurar fraude.

Perguntas frequentes

Não necessariamente. A validação confere apenas se os dígitos verificadores estão corretos. Ela não consulta a Receita Federal e não informa se o número existe ou a quem pertence.

No site da Receita Federal, no serviço de comprovante de situação cadastral, informando o número do CPF e a data de nascimento do titular.

São dígitos verificadores, calculados a partir dos nove primeiros pelo método do módulo 11. Eles detectam erros de digitação, como um número trocado ou dois dígitos invertidos.

Ele indica a região fiscal de emissão. Por exemplo, 8 corresponde a São Paulo, 6 a Minas Gerais e 7 ao Espírito Santo e Rio de Janeiro.

Não. Os CPFs gerados são fictícios e servem apenas para testar sistemas. Usá-los em cadastros reais para obter vantagem ou se passar por outra pessoa é crime.

Números com todos os dígitos iguais passam na conta dos verificadores, mas não são emitidos pela Receita Federal. Por isso os sistemas, e esta ferramenta, os tratam como inválidos.

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